Publicado por: Tutor Luciano | 17 de abril de 2013

ATIVIDADES MÊS DE ABRIL

Chat com tutoria todas as quartas feiras às 17 horas, horário de Brasília;

Chat com a Mentora Maria Poppe dia 25/04 às 20 horas, horário de Brasília. O artigo para discussão será:

Atenção à Saúde: Discussão Sobre os Modelos Biomédico e Biopsicossocial

Introdução

A atenção à saúde é um assunto amplamente discutido não só nos estudos  médicos, mas também em outras áreas como a psicologia, antropologia e  sociologia. Esta preocupação das disciplinas humanas se dá no sentido de  criticar o modelo hegemônico posto pela medicina, o modelo biomédico, e propor  uma visão mais ampla dessa discussão ampliando, inclusive, o conceito de saúde,  que no antigo modelo era visto como ausência de doença e passa a ser visto como  um bem-estar subjetivo e a visão do “paradigma” saúde-doença não como um  conceito dicotômico, mas como um processo, caracterizando outro modelo de  atenção à saúde, o modelo psicossocial.

Para uma melhor contemplação do tema iremos expor aqui o suficiente de cada  modelo para formularmos uma discussão sobre as criticas propostas ao primeiro  modelo e a importância de tal movimento para uma atenção à saúde mais completa e  eficaz.

O Modelo Biomédico

O modelo biomédico surgiu embasado na teoria mecanicista do universo,  proposta por pensadores como Galileu, Descartes e Newton e segue o modelo de  ciência positiva no século XIX (Anandalle, 1998). Essa concepção do universo ser  visto como um sistema mecânico também respingou na concepção de homem que, visto  da mesma forma, foi tratado como tal pelos médicos da época, ou seja, o homem  funciona como uma máquina e, quando está doente, é por que esta máquina está  avariada, logo podemos inferir que o conceito de saúde para esse modelo.

No fim da Idade Média a Europa foi assolada pela peste negra, e as outras  formas de atenção à saúde existentes como a mágica, a religiosa e a galênica não  deram conta de sanar o problema levando à necessidade de se pensar o conceito de  doença de uma forma emergencial (Pratta & Santos, 2009), campo propício para  o desenvolvimento e popularização deste modelo que é

[…] caracterizado pela explicação unicausal da doença, pelo biologicismo,  fragmentação, mecanicismo, nosocentrismo, recuperação e reabilitação,  tecnicismo, especialização (Cutolo, 2006 pág.16).

Vendo o homem como uma máquina, tendo o conceito de saúde de que é ausência  de doença e tendendo-se para a especialização e fragmentação, perde-se a visão  holística do homem, em suas dimensões psicológicas e sociais, É a doença e sua  cura, o diagnóstico individual e o tratamento, o processo fisiopatológico que  ganham espaço (Cutolo, 2006).

Até hoje o modelo biomédico influencia na atenção à saúde, seja em  consultórios médicos ou no SUS, sendo visto pela forma como o médico faz sua  entrevista e observação clínica ao atender um paciente, focando principalmente  nos seus sinais e sintomas com perguntas do tipo: O que você está sentindo? O  que é importante, mas não determinante para o restabelecimento do paciente.

O Modelo Biopsicossocial

Este modelo foi elaborado e defendido por Engels em 1977 (Fava & Sonino,  2008) a partir da crítica à insuficiência da epidemiologia tradicional em  abordar a saúde como um fenômeno radicado na organização social (Puttini et al.  2010), de que a doença não é somente unicausal como visto no modelo biomédico,  mas seja vista como um resultado da interação de mecanismos celulares,  teciduais, organísmicos, interpessoais e ambientais (Fava & Sonino, 2008) e  também da crítica de que a relação saúde-doença é um processo, portanto sem  ponto fixo, mas sim um estado.

Ao pensar desta forma, garante-se uma visão holística do sujeito em suas  relações e em seu estado emocional, porém sem negar o biológico, onde a maioria  das doenças se manifesta, até por que, como o nome diz é BIO (da biologia ou  biológico), PSICO (de psicológico) e SOCIAL, ou seja, engloba todas as dimensões  científicas inerentes ao homem.

“O foco neste modelo não é apenas a doença em si e o tratamento delas, mas  todos os aspectos que estariam diretamente relacionados ao fenômeno do adoecer,  sejam eles fisiológicos, psicológicos, sociais, ambientais, dentre outros, os  quais também devem ser considerados para que o tratamento seja eficaz” (Silva et  al. 2011).

Com todas estas informações podemos notar que este modelo está mais voltado à  prevenção de doenças e promoção à saúde, sendo que esses dois conceitos agem de  forma dialética, ou seja, promovendo saúde se previne doenças e vice-versa. Para  atingir tal objetivo, o modelo biopsicossocial considera um conceito de saúde  que como o conceito de doença tem um lado biológico, hereditário, quase não  manipulável, mas também existe alguns fatores psicológicos e sociais que podem  ser moldados pela pessoa, como hábitos saudáveis, ambiente favorável ou acesso à  serviços de saúde (Sciliar, 2007). Esta parte mais “manipulável” recebe um nome  específico, conceito que exporemos a seguir.

Determinantes Sociais da Saúde (DSS)

Nas pesquisas sobre esse tema é possível encontrar várias definições sobre o  conceito de DSS, mas todas de uma forma sucinta e/ou superficial. A definição  mais completa que eu pude contemplar foi a da Comissão Nacional sobre os  Determinantes Sociais da Saúde (CNDSS) que diz:

[…] os DSS são os fatores sociais, econômicos, culturais,  étnicos/raciais, psicológicos e comportamentais que influenciam a ocorrência de  problemas de saúde e seus fatores de risco na população (Buss & Filho,  2007).

Estudos realizados por Belloc (1972), Belloc e Breslow (1973) e Breslow e  Enstrom (1980) citado por Traverso-Yépez (2008), verificaram que comportamentos  como dormir de acordo com a necessidade do corpo, ter uma boa alimentação,  praticar exercícios físicos, entre outros, influenciavam diretamente na saúde e  na qualidade de vida das pessoas, reforçando a idéia de que aspectos sociais que  podemos manipular podem contribuir para uma boa ou má qualidade de vida e de  saúde.

Com base nesse conceito de DSS foram criados modelos e diagramas que  facilitam o estudo das sociedades para que se faça um diagnóstico preciso de  qual determinante social está afetando no processo de saúde de cada grupo ou  sociedade, norteando assim a atuação de políticas públicas ou não-governamentais  que venham a sanar tal deficiência e melhorar a qualidade de vida dessas  pessoas.

Um dos mais famosos é o Diagrama de Influência em Camadas de Dahlgren e  Whitehead (1991) podendo ser visto no diagrama abaixo.

 Diagrama de Influência em Camadas de Dahlgren e Whitehead (1991)

Diagrama de Influência em Camadas de Dahlgren e  Whitehead Fonte: Comissão de Determinantes de Saúde (2005)

Esse diagrama mostra claramente que os aspectos biológicos, sociais,  econômicos e psicológicos influenciam dialeticamente na saúde da pessoa. É  curioso ver que este diagrama está diretamente ligado à Teoria da Pirâmide de  Maslow (1943) ou Hierarquia das NECESSIDADES de Maslow.

Teoria da Pirâmide de Maslow - (Roger, 2002 In Ferreira et al. 2010)

Teoria da Pirâmide de Maslow (Roger, 2002 In  Ferreira et al. 2010)

Vemos no topo as NECESSIDADES BÀSICAS do ser humano, como teremos uma vida  saudável se não temos acesso adequado a essas necessidades? E ainda como seremos  saudáveis se não conseguimos satisfazer nossas necessidades de interação  (social) e estima? Quanto mais supridas essas necessidades da pirâmide e quanto  mais galgarmos para o topo da mesma, maior a qualidade de vida e, em  consequência, maior acesso a uma vida saudável, isso vem nos afirmar que é  válida a proposta de que a doença e a saúde da sociedade ou da pessoa não estão  apenas ligadas à fatores biológicos.

Vemos, através desta argumentação, que o modelo biopsicossocial está bem  amarrado teoricamente e este é respaldado por numerosos estudos que comprovam a  relação do contexto social e econômico na perspectiva e na promoção de saúde e  ocorrência de adoecimento e morte na população.

Discussão sobre os Modelos de Atenção à Saúde

No primeiro modelo vimos uma atenção voltada para a sintomatologia, ou seja,  deixa de lado o foco no indivíduo e passa a se focar mais a doença, deixando de  ser atenção à saúde e passando a se tornar atenção à doença, mas não podemos  fugir da realidade e não considerarmos que este modelo de cuidado já foi muito  valioso e ainda é em causas emergenciais, como por exemplo, num acidente laboral  ou algum outro tipo de acidente corriqueiro, precisamos da objetividade e da  agilidade que o modelo biomédico proporcionou aos profissionais para que se  garanta o restabelecimento físico a primeiro momento, podendo posteriormente  adentrar em questões mais intrínsecas de sentido da pessoa em relação à sua  enfermidade.

O modelo biopsicossocial é mais completo, pois abrange o ser de forma  holística e o considera como homem e não como uma máquina, um homem que tem uma  vida, que tem um contexto, que tem relações.

Este modelo nos dá embasamento para que possamos estudar e identificar  fatores que possam levar as pessoas a adoecerem, sendo elas de causas sociais  e/ou psicológicas. Como o modelo se propõe, identificar essas causas é  determinante para que se possa fazer uma intervenção de prevenção de doença e de  promoção de saúde mais eficaz, além de analisar causas que estão por trás do  físico e ajudar essas pessoas com as questões que tanto a fazem sofrer.

Para que isso ocorra se deve mudar o pensamento das pessoas, a cultura, as  formas de como as pessoas significam a doença, propondo hábitos saudáveis, a  manutenção de um lar agradável e harmonioso, entre outras medidas que podem  otimizar o processo de saúde.

Conclusão

Não devemos excluir o papel de cada um dos modelos de atenção à saúde, cada  um tem importância, seja na prevenção de doenças e promoção de saúde, seja no  amparo de um acidente de trabalho.

Mudar a consciência de uma sociedade não é nada fácil, incitar as pessoas a  saírem do seu comodismo, muito menos. Sempre vai haver alguém que vai adoecer  por não se cuidar, achar que a sociedade vai viver totalmente com o pensamento  que a saúde é de caráter biopsicossocial é uma utopia, e para isso cada um dos  modelos vai estar lá para sanar as necessidades de saúde. Seria interessante que  esses modelos se integrassem e delimitassem seu papel de atuação para que se  completem e possam oferecer uma atenção à saúde completa a todas as pessoas e a  quem a recorre.

Fonte: http://artigos.psicologado.com/atuacao/psicologia-da-saude/atencao-a-saude-discussao-sobre-os-modelos-biomedico-e-biopsicossocial#ixzz2Qjj1QCXW Psicologado – Artigos de Psicologia

Prezados alunos a atividade extra do mês de abril encontra-se no site da AVM. É só clicar em ‘FÓRUM”.

Abraços a todos,

Professor Luciano

 

Publicado por: Tutor Luciano | 16 de fevereiro de 2013

ATIVIDADE MÊS MARÇO 2013

ATIVIDADES EXTRAS – MARÇO

Chat com Tutor Luciano Rodrigues – Todas as quartas às 17 hs, horário de Brasilia;

 

Chat com a Mentora Maria Poppe – dia 28, quinta-feira às 20 hs, horário de Brasília;

tema do chat com a mentoria:

http://www.ensp.fiocruz.br/radis/conteudo/temporao-fala-sobre-transicao-demografica-e-sua-ameaca-saude-brasileira

 

 Atividade: Escolha uma das atividades do blog e envie para o e-mail: luciano@avm.edu.br.

OBS: Se você já fez alguma das atividades sugeridas reenvie ou mande um e-mail para o endereço acima com o nome completo e número de matrícula, ok?

Publicado por: Tutor Luciano | 6 de fevereiro de 2013

entrevista polêmica para refletirmos, somente…

 

http://www.youtube.com/watch?v=Myb0yUHdi14

 

Publicado por: Tutor Luciano | 6 de fevereiro de 2013

RECOMENDAÇÃO DE FILME…

Caros alunos, uma indicação polêmica e interessante!

Publicado por: Tutor Luciano | 29 de janeiro de 2013

PARA REFLETIRMOS…

Uma opinião sobre a internação compulsória do dependentes químicos do crack.

23/1/2013

Os equívocos da internação compulsória

                    Pouco tempo depois da prefeitura do Rio de Janeiro, agora é a vez do governo paulista adotar uma política de atenção aos dependentes de drogas baseada na internação compulsória

Maurício Fiore*

O “problema do crack” parece ter se tornado um dividendo eleitoral de peso e motivado as esferas federais, estaduais e municipais a se movimentar – infelizmente, em busca de soluções rápidas que ignoram evidências e afrontam direitos. As ações recentes são, na verdade, focalizadas em grupos específicos de pessoas que ocupam regiões degradadas das cidades e fazem uso da forma fumada e barata de cocaína.

No caso de São Paulo, a chegada do crack se deu nos fins dos anos 1980. A partir de meados dos anos 1990, a região da Luz e adjacências, já degradada, foi progressivamente se tornando um espaço onde os consumidores se concentraram para encontrar crack e ter liberdade em usá-lo. O crack não inventou as populações marginalizadas que moram no Centro como forma de sobrevivência, mas foi acolhido por muitos deles, principalmente por aqueles em situação de rua. Além disso, muitos consumidores de crack vieram das periferias, onde se sentiam ameaçados. Agrupados, trafegando numa vigília nervosa, com um gestual agressivo, a existência dos “craqueiros” tornou-se socialmente insuportável porque não se esconde, porque é visível.

Só uma pequena parte dos consumidores de crack da cidade está no Centro, mas não nos enganemos sobre a intenção primeira de todas essas ações recentes, exemplificadas nos episódios de violência de janeiro de 2012: uma tática de limpeza desses espaços, travestida de “cuidado aos dependentes”, por meio da retirada higienista de populações indesejadas.

É evidente que o consumo do crack – em muitos casos associado à compulsividade e a sérios danos à saúde e à vida social e afetiva – tem que ser alvo de atenção do poder público. Mas políticas públicas não podem se pautar no alarmismo em torno da ideia de que há uma epidemia de crack. A incontestável disseminação dessa droga pelo país não evidencia a existência de uma epidemia, pois, não obstante suas graves consequências, a prevalência do consumo de crack é pequena se comparada a de outras substâncias psicoativas com alto potencial de dano, como o álcool, cuja escala epidêmica é consensual.

Fala-se também do crack como um forte combustível para a violência. De fato, assim como outras drogas ilegais, seu mercado clandestino está associado ao crime e, portanto, à violência. Mas a relação entre o crack e a violência não é automática, haja vista, por exemplo, que o número de homicídios em São Paulo caiu no período em que o consumo da droga se expandia. Se há uma associação sustentada pelos dados, é a maior predileção de populações vulneráveis e de bairros mais pobres pelo crack, seja no Brasil, nos demais países da América Latina ou nos EUA, onde ele surgiu.

A criação de um tribunal de “campanha”, no qual juízes e promotores, auxiliados por médicos, decidirão em algumas horas quem será tratado por meio do confinamento é um atentado contra a Lei 10.216/2001, marco da luta contra o trágico modelo de confinamento manicomial.

Ela estabeleceu limites para as internações contra a vontade, que só devem ser prescritas quando esgotadas todas as alternativas ou em casos de risco iminente de morte. Além disso, a Organização Mundial de Saúde pediu para que os países abandonassem a política de internações compulsórias, pois elas não só acarretam violações de direitos humanos, como são pouco eficazes para a maior parte dos casos.

Internar parece uma solução atraente porque nos remete a um contexto de proteção, mas, por estar sustentada no isolamento artificial dos indivíduos, não resolve o maior desafio para a continuidade do tratamento da dependência, que é a vida fora dos limites da clínica.

Quando ocorre à força, a chance de uma internação ter bons resultados cai ainda mais.

A dependência química não é “uma doença como apendicite, pneumonia”, como declarou recentemente o médico e governador de São Paulo, Geraldo Alckmin. As evidências científicas a definem como um transtorno complexo, no qual a relação patológica do sujeito com a(s) substância(s) se instala a partir de uma confluência de fatores psíquicos, bioquímicos e sociais.

No caso da dependência de crack, a trajetória de muitos consumidores que circulam pelo Centro é marcada por privações e dificuldades de diversas ordens. Interferir nesse difícil contexto de vida, com a adoção de políticas de reinserção no mercado de trabalho, de reforço dos vínculos comunitários, de educação formal, de acesso aos cuidados básicos de higiene e saúde, entre outras ações – é parte fundamental de uma política que, de fato, esteja preocupada em cuidar dessas pessoas, não apenas tirá-las de nossas vistas.

Além disso, para defender a internação, é comum se desqualificar a rede pública de atenção à saúde mental, principalmente os Centros de Atenção Psicossociais (CAPs). Se há um grave problema da rede, é sua estrutura insuficiente, por vezes precária. Portanto, os resultados que seriam colhidos pelo investimento na qualificação da atenção psicossocial são ignorados pelo lobby da internação, sedento por recursos.

Enfim, cabe dizer que as dramáticas histórias de vida não são justificativas que desresponsabilizam os dependentes de crack; ao contrário, o caminho mais frutífero é reforçar sua capacidade de decisão, oferecendo cuidados e alternativas. A opção pelo confinamento forçado não resulta em proteção, mas no enfraquecimento do fator mais relevante para o tratamento da dependência: a vontade individual.

 

*Maurício Fiore é antropólogo, pesquisador do Centro Brasileiro de Análise e Planejamento (Cebrap) e do Núcleo de Estudos Interdisciplinares sobre Psicoativos (Neip). Artigo publicado em Carta Capital, em 22/1/13.

Galeria de Imagens

Imagem da busca dos agentes da prefeitura do Rio contra usuários de crack. Foto: Adriana Lorete

Publicado por: Tutor Luciano | 29 de janeiro de 2013

CHAT MENSAL COM MENTORA MARIA POPPE

Prezados alunos,

o chat mensal com a mentora do nosso Curso, Professora Maria Poppe acontecerá no dia 31 de janeiro, quinta feira, ás 20 horas,

horário de Brasília.

O chat será baseado no seguinte material:

www.blog.saude.gov.br/populacao-pode-ajudar-a-melhorar-qualidade-do-sus-por-meio-da-ouvidoria

Aguardamos a participação de todos!

Abraços,

Professor Luciano

Publicado por: Tutor Luciano | 29 de janeiro de 2013

Curso Ministério da Justiça

Olá alunos!

Confiram a sugestão do Curso do Ministério da Justiça sobre drogas! É a distância e gratuito!

 

http://www.supera.senad.gov.br

 

Abraços,

 

Professor Luciano

Publicado por: Tutor Luciano | 19 de janeiro de 2013

INFORMAÇÃO GERAL

Olá a todos!

Conversei com a mentora do nosso Curso e levando em consideração as várias atribuições e atividades dos alunos faremos uma

programação trimestral de atividades. Iniciaremos essa programação em fevereiro. Os alunos que já realizaram alguma atividade

proposta (resenhas, por exemplo), não se preocupem, elas continuarão valendo como atividade extra.

Continuaremos com as propostas de atividades no blog, só que agora num formato mais simplificado para vocês!

Agradeço a participação de todos no chat do dia 16 de janeiro. Mais uma vez todos saíram satisfeitos do nosso debate.

Abraços,

Professor Luciano

Publicado por: Tutor Luciano | 12 de janeiro de 2013

CHAT SEMANAL

Gostaria de agradecer a todos os participantes do chat do dia 09/01. Todos ficaram muito satisfeitos com as discussões que aconteceram.

Nosso próximo encontro será no dia 16, próxima quarta, às 16 hs, excepcionalmente.

Estarei aguardando vocês!

Abraços,

Luciano

Publicado por: Tutor Luciano | 5 de janeiro de 2013

Prezados alunos,

um artigo interessante…Aguardo comentários aqui no blog!

abço,

Professor Luciano

 

http://www.ensp.fiocruz.br/radis/conteudo/trinta-anos-de-hiv-no-brasil.

 

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